quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Rua da Judiaria





Rua da Judiaria em Alfama, Lisboa

 do pintor Alfredo Roque Gameiro







aviagemdosargonautas




Castelo Rodrigo





Castelo Rodrigo recebeu o seu primeiro foral por Afonso IX de Leão em 1209, quando este rei leonês criou o “Concelho Perfeito” de Castelo Rodrigo. Nesse mesmo ano, mandou construir as muralhas e erguer uma fortaleza.




Poço Cisterna






Fotografias retiradas de http://tipografiaportuguesa.blogspot.pt




Já em 1170, o rei D. Afonso Henriques conquista este território aos mouros e ordena a edificação do convento de Santa Maria de Aguiar.

Finalmente, a localidade é reconhecida como sendo portuguesa em 1297, pelo Tratado de Alcanices.



Um dos possíveis vestígios da presença hebraica em Castelo Rodrigo está no Poço-Cisterna, construção que apresenta duas estruturas arquitectónicas distintas, uma ao estilo gótico, a outra com arco em ferradura, denotando uma influência islâmica que, supostamente terá sido edificada ainda no século XIII. Segundo a tradição local, poderá ter pertencido à cisterna/mikvé existente na sinagoga desta povoação. 





Via: zivabdavid.blogspot.pt/2014/03/judiaria-de-castelo-rodrigo.html  
aldeiashistoricasdeportugal.blogspot.pt/2009/03/cisterna-casa-de-campo-e-antiga.html




segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Judeus no Ribatejo: uma causa (também) de Bernardo Santareno...‏









Bernardo Santareno nasceu em Santarém (19.Nov.1920) e é considerado o maior dramaturgo português do século XX. Não foi por coincidência que a sua narrativa dramática, O Judeu (retrata o calvário do dramaturgo setecentista António José da Silva, queimado pelo Santo Ofício), se assumiu como uma obra de cariz intervencionista, o que retardou até à queda do regime fascista a sua divulgação e representação. O Judeu está perspectivado para o nosso tempo, para a problemática de “hoje, dia-a-dia”. No final da peça, o espírito que levou às atrocidades não se extingiu com a extinção da Santa Inquisição: e veio tomando várias formas através dos tempos (sem esquecer as chacinas nazis!). O espírito é o mesmo: mudam as motivações superficiais, mas as profundas mantêm-se. 






Ver mais aqui: http://noticiasdoribatejo.blogs.sapo.pt/488014.html