segunda-feira, 4 de julho de 2016

Rodrigo Lopes (cirurgião)







Rodrigo Lopes (Crato, 1525 — Tyburn, 7 de Junho do ano de 1594) foi um médico e cirurgião português, que serviu a rainha Isabel I de Inglaterra, e pode ter sido uma inspiração para o Shylock de Shakespeare no "O Mercador de Veneza".



Nascido no Crato (Alentejo) Portugal, foi criado como um cristão-novo. Foi expulso de Portugal pela Inquisição e era conhecido por ser um cripto-judeu. 






Fez da capital inglesa o seu lar em 1559 e retomou sua prática como médico com sucesso, logo se tornando médico residente no Hospital St. Bartholomew. Ele desenvolveu uma grande prática entre pessoas poderosas, incluindo Robert Dudley e Francis Walsingham.





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Elie Wiesel (1928- 2016)





"Esquecer os mortos é o mesmo que matá-los 
uma segunda vez".







sexta-feira, 24 de junho de 2016

Shabat Shalom











Curiosidade - São João da Talha









São João da Talha foi até ao século XIV parte integrante da freguesia de Sacavém, sendo referenciada como Sacavém.



(...)  Em 1300, o Judeu Abraão plantou uma vinha lá para a barca de Sacavém – Talha. (...)



(...) No ano de 1389, Simão Albez (Judeu) e mais três pessoas dão de foro a Lourenço Cebolano (também Judeu) umas casas na quinta da Barroca. (...)





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(História de São João da Talha)







quinta-feira, 9 de junho de 2016

Shavuot









Shavuot é o nome da festa judaica também conhecida como Festa das Colheitas ou Festa das Prímicias, celebrado no quinquagésimo dia do Sefirat Haômer. Devido a esta contagem, a festa é também chamada de Pentecostes.



Nos tempos do Templo, Shavuot assim como Pessach e Sucot se caracterizavam pelas peregrinações. Grandes grupos de agricultores afluíam de todas as províncias, e o país adquiria um aspecto animado e pitoresco.



Os peregrinos marchavam para Jerusalém, acompanhados durante todo o trajecto pelos alegres sons das flautas. Em cestos decorados com fitas e flores, cada qual conduzia sua oferenda:



Primícias do trigo, cevada, uvas, figos, romãs, azeitonas e tâmaras, produtos que davam renome ao solo da Terra de Israel.



Chegados à Cidade Santa eram acolhidos com cânticos de boas vindas e penetravam no Templo, onde faziam a entrega de seus cestos ao sacerdote. A cerimónia se completava com hinos, toques de harpas e outros instrumentos musicais.
Daí evoluiu para uma festa caseira, com grande fartura de alimentos, com o intuito de comemorar uma boa colheita.








Retirado de "Eterna Sefarad".