segunda-feira, 25 de maio de 2015

Apresentação do livro do Professor Doutor Herman Prins Salomon «Queimar Vieira em Estátua»










Anfiteatro IV da Faculdade de Letras de Lisboa, dia 26 de Maio de 2015, pelas 18h00. 


A apresentação estará a cargo do Professor Doutor Joaquim Romero de Magalhães. O autor proferirá a seguinte conferência: "A perda do Estado da Índia em 1739". 





Via: Cátedra de Estudos Sefarditas Alberto Benveniste





quarta-feira, 20 de maio de 2015

Apresentação do catálogo da exposição «O livro e a iluminura judaica em Portugal no final da Idade Média»





por Luís Urbano Afonso e Adelaide Miranda



Dia 22 de Maio, pelas 18h00, no Auditório da Biblioteca Nacional de Portugal









Sessão de apresentação do catálogo da exposição «O livro e a iluminura judaica em Portugal no final da Idade Média» por Luís Afonso e Adelaide Miranda.



O epílogo da presença judaica em Portugal, no século XV, foi caracterizado por uma produção cultural e artística bastante rica, sobretudo no domínio do livro e da iluminura. Nesse período multiplicaram-se as traduções, as cópias, as compilações e os textos originais, abrindo caminho para a primeira oficina tipográfica montada em território português, em 1487, na judiaria de Faro.



Além da literatura religiosa, maioritária, os judeus portugueses cultivaram também a literatura científica, particularmente os textos sobre medicina, farmacologia e astrologia/astronomia. Todo este interesse pelo livro estimulou também o desenvolvimento da arte da iluminura, destacando-se, sobretudo, a produção de manuscritos iluminados em Lisboa. A qualidade, quantidade e consistência desta produção lisboeta permite-nos identificar uma escola de iluminura, idiossincrática, activa entre a década de 1470 e a expulsão / conversão forçada dos judeus em 1497. Uma escola de iluminura que se exprimiu tanto em códices de luxo como em códices mais singelos.



O catálogo está dividido apenas em duas partes. A primeira é dedicada a um conjunto de ensaios, de extensão diversa, sobre a matéria em apreço, seguindo-se uma segunda parte composta por vinte e uma fichas referentes aos manuscritos apresentados na exposição.



A segunda parte do catálogo é composta por fichas dos livros e manuscritos que fizeram parte da exposição realizada na BNP, seja através de obras originais, seja através de reproduções (facsimiles ou fotografias). Após esta secção, correspondente às fichas de catálogo, segue-se um curto glossário e a bibliografia geral.




Entrada livre





Via: catedra-alberto-benveniste.org






terça-feira, 19 de maio de 2015

Traços de exílio: Djerba (Tunísia), por David Benainous







Oração matinal.




Gerações.




Guenizá.




Tempo de oração.




Descanso merecido.




Introspecção.




As fontes.




Via: blogue safed-tzfat





sexta-feira, 15 de maio de 2015

Músico judeu








Ilustração de um músico judeu de Mogador, actual Essaouira (Marrocos).
Desenhado por Delacroix e publicada na Revista "Pittoresque", Paris, 1842.  



Shabat Shalom !!!





terça-feira, 12 de maio de 2015

Frase de Ibn Gabirol









"Na procura de conhecimentos, o primeiro passo é o silêncio, o segundo ouvir, o terceiro relembrar, o quarto praticar e o quinto ensinar aos outros".



Salomão Ibn Gabirol

(Málaga - 1021 - Valência - 1058)







quinta-feira, 7 de maio de 2015

Judeus em Cabo Verde







Não se sabe quantos são, mas são muitos os descendentes de judeus, Cabo Verde está a redescobrir a sua herança judaica.


Por Susana Moreira Marques 





Sim, há negros com sangue judeu, assim como há brancos que são simultâneamente africanos e judeus. Continua a causar surpresa falar da presença judaica em África. No que toca a Cabo Verde, recentemente, o trabalho da associação Cape Verde Jewish Heritage Project, fundada pela jornalista americana Carol Castiel nos Estados Unidos da América, que já renovou dois cemitérios judaicos em Cabo Verde, veio fazer com que a herança judaica caboverdiana se tornasse mais conhecida, mais discutida e começasse a ganhar um lugar no caldo cultural que caracteriza o arquipélago.





Cemitério judeu em Boa Vista.





Cemitério já recuperado da Praia.





Cemitério judeu de Penha de França, Santo Antão.


Fotografias retiradas de Cape Verde Jewish Heritage Project




Existem muitos descendentes de judeus caboverdianos, não se sabe quantos. A maior parte deles são hoje católicos e muitos vivem fora de Cabo Verde. Todos os que falaram com o Rede Angola descreveram Cabo Verde como um lugar onde nunca foi demasiado importante a diferença. É, ironicamente, por isso, que se torna difícil, hoje, fazer um retrato dos judeus caboverdianos: foram tão bem aceites que se integraram e assimilaram em poucas gerações.
O que se sabe é isto: no século XIX, vários judeus, na sua grande maioria homens, comerciantes, ou o que chamaríamos hoje de homens de negócios, fixaram-se em Cabo Verde, sobretudo nas ilhas de Santo Antão, São Vicente e Boa Vista. Teriam vindo depois da extinção da Inquisição – que durante três séculos ferozmente perseguiu judeus e cristãos novos – em 1821, e impulsionados por um novo tratado de comércio marítimo entre Portugal e o Reino Unido, assinado em 1842. Eram judeus vindos sobretudo de Marrocos e que chegavam via Gibraltar, que estava sob domínio britânico. Em Marrocos havia, naquela época, uma forte comunidade de judeus sefarditas, que aí se tinham instalado, como aconteceu um pouco por todo o espaço mediterrâneo, após a expulsão em 1492, de Espanha, e em 1497, de Portugal. 







Cabo Verde foi um pequeno coração tranquilo num mar a perder de vista.



Ler mais em: http://www.redeangola.info/especiais/judeus-em-cabo-verde/




segunda-feira, 4 de maio de 2015